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Livros

Esta página apresenta a distribuição dos conteúdos, conforme a história do cenário. Cada era é uma crônica em particular, embora vários conteúdos se relacionem.

Eras Antigas

Inicia com o gênese e dura até aproximadamente 22 mil anos antes do calendário se estabelecido.

Este primeiro livro descreve a o nascimento do mundo de Ethrü, seu crescimento, e a sua relação com os demais habitantes do cosmos. Através da mão de Uno, a Mãe gera seus primogênitos, os Dragões e os Gigantes. Estes, sob a tutela do criador, auxiliam a moldar e transformar a superfície e os alicerces dela. Por fim, repleto de inveja da criação, o Adversário lança sua influência sobre os primogênitos, enchendo-os de ganância e fúria. Dragões e Gigantes se desentem e dão origem a primeira grande guerra sobre a face de Ethrü.

Era das Tempestades

Se prolonga por dez mil anos após a guerra entre Dragões e Gigantes

Inicia-se com o surgimento dos Elfos e os Anões. Os primeiros são moldados pelo criador na terra isolada de Alfheim, sob influência da 'Irmã Caçula'. Enquanto isto, os anões são encontrados nos alicerces de Ethrü pelos Gigantes, e são por eles dominados. As duas civilizações se desenvolvem buscando liberdade e independência que culmina num encontro e um pacto de cooperação.

O adversário segue criando bestas que ameacem os dois povos; monstros feitos de ódio como os orcs e de puro terror, como os mortos-vivos. Os primeiros Humanos aparecem em fuga das criaturas, vindos do Sul. Estabelecem-se em estrutura tribal em ambas as faces das Midlands, além de migrarem até o Extremo Oriente. Unem-se a aliança de elfos e anões, mas acabam atraindo a ira de uma facção de elfos nobres, que rebelam-se contra os demais e sua submissão.

Restabelece-se a fé do Uno em sua criação, e ele admira de boa vontade a aliança que se fortalece na solidariedade dos três povos. Envia então seus primeiros mensageiros, seres de luz, para guiar a aliança em fé, sabedoria e justiça. Com isso inicia-se a aurora da civilização.

A Aurora

Dura por estimadamente sete mil anos após a Cisão dos Elfos

Os humanos são instruídos em diversos ofícios pelos anões (que outrora foram ensinados pelos gigantes) e na arte da magia pelos elfos. Desenvolvem uma estrutura feudal, elegendo líderes dentre os mais fortes e sábios. Dentre as sociedades recém-estabelecidas, percebe-se o aparecimento dos Halflings, embora ninguém saiba muito bem de onde.

Incitados pelo Adversário, alguns líderes começam a buscar poder através da magia e de cultos profanos. A magia usada de forma inconsequente frequentemente sai do controle, provocando desastres e deixando marcas na superfície da Mãe. Ordens sagradas, fundadas pelos mensageiros de Uno, se opõe ao uso irresponsável destes poderes. Inicia-se a segunda grande guerra em Ethrü, envolvendo os portadores de poderes arcanos, e os seguidores da graça divina.

Idade das Trevas

Dura cinco mil anos até o estabelecimento do calendário

Em uma ação desesperada, os seguidores do Adversário conjuram um ritual que cobre todo o firmamento em trevas, ocultando assim o olhar de Uno. A maioria dos elfos se refugia em Alfheim, os anões sob a Espinha do Mundo. As criaturas e os monstros se proliferam, e qualquer morto sem um ritual adequado retorna como morto-vivo para perseguir seus semelhantes.

Fundam-se as últimas ordens sagradas, e faróis divinos são acesos nas Midlands. Estes poucos bastiões abrigam o que restou da aliança, liderada por humanos amedrontados, além de poucos anões e elfos que ficaram para trás. Em um esforço derradeiro, o quarto farol rompe a cortina de trevas, e revela novamente a face de Ethrü.

Idade da Razão

Inicia-se no ano 0 da Alvorada (0A) e prolonga-se até 3437A

A luz de Uno restabelece Ethrü, fazendo com que a superfície volte a florecer. As criaturas do Adversário se escondem no submundo, passando a agir nas sombras. As ordens sagradas são os novos líderes da civilização e regulam um lento avanço na confiança da magia. Surgem instituições e conclaves arcanos baseados em magia “discreta”.

Idade da Ascensão

De 3437A a 6423A

A nova maneira de traçar a magia não é tão efetiva, porém mais segura. Com isso, as manifestações se tornam mais comuns e aceitas. Percebe-se um desligamento dos reinos místicos, que tornam-se mais difícieis de serem acessados. Dentre as ninhadas de dragões, a eclosão de drakes e wyrms torna-se mais comum que os dragões reais.

No oeste, uma nova ameaça surge. Buscando e utilizando as orbes dos primeiros dragões, este usurpador provoca a última grande revoada. Guerras alastram-se pelas Midlands, cada reino tomando este ou aquele lado no conflito. Alianças são desfeitas e irmãos lutam um contra o outro. Ao fim da era, não se sabe quem foram realmente os vencedores, pois todos parecem amargurar perdas do conflito.

Tempo do Renascimento

(6423 a 8508) • Efeito permanente: sem alinhamentos • Início: Orbes dos dragões são destruídas, e em consequência nenhum novo dragão nasce • Crepúsculo dos Dragões: Último dragão é morto • Anões produzem a pólvora

Tempos Modernos

(8508 a 9428) • Efeito permanente: escassez de magia (residual em objetos); mundos paralelos se separam • Início: • Êxodo dos elfos: deixam Ethrü e migram para Alfheim • Humanos produzem o “aço vermelho”

O Fim dos Tempos

(9428 a 9974) • Efeito permanente: radiação • Início: Aço vermelho escapa do controle e contamina Ethrü • Êxodo dos elfos: último elfo deixa Ethrü, os portais de Alfheim se fecham • Império Anão na espinha do mundo é derrubado pelos orcs