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Reino do Dragão

Orgulho é a palavra que melhor descreve o Reino do Dragão. Ele combina o patriotismo militar com a devoção religiosa e brilhantismo intelectual. As grandes cidades são repletas de comércio, eruditos nos mais diversos campos, e cavaleiros das mais variadas ordens. Um mosaico de fazendas e campos circunda os castelos e as terras da nobreza.

Os agricultores compõem a maior parte da população, mas o reino não tem escassez de militantes, sacerdotes e místicos. Além disto, anões, elfos e halflings convivem lado a lado com os humanos. A diferença de costumes e culturas gera um povo único, orgulhoso e auto-suficiente.

História e Sociedade

No passado, as terras do reino foram chamadas de Draconia, e eram governadas e assoladas por poderosos dragões, nascidos no além-mar. Após uma série de guerras nas quais poderosos heróis se tornaram mártires, a nova ordem foi instituída. O reino manteve o nome e o lema nas palavras de um destes heróis, que orgulhosamente bradou aos oponentes Dragões somos nós, vós sois vormes. O reino definhou e quase desapareceu sob a escuridão que cobriu toda Ethrü durante o período conhecido por Idade das Trevas.

De além da Espinha do Mundo, cruzados e desbravadores marcharam para combateram os demônios da escuridão. Estes devotos de Uno instauraram a ordem sagrada dos Princípes Cavaleiros e fundaram os reinos de Jørgen e Sigrearn, vizinhos a Draconia. O Reino do Dragão foi oficialmente estabelecido pela união política de Jørgen e a antiga Draconia, através de um tratado de união em 707 AL. Quase um século depois, o reino de Sigrearn foi anexado, quando o falecimento de seu rei fez com que a coroa passasse a sua filha, desposada pelo monarca do Reino do Dragão.

A família real descende da combinação do sangue dos antigos e novos heróis, que marcaram os séculos de guerras do passado e criaram juntos o futuro próspero do maior império na face ocidental de Ethrü. Atualmente, o reino é dividido em oito regiões principais, cada uma das quais com seus condados, distritos e paróquias. O governo é centralizado num primeiro-ministro, com apoio da família real. Os condados batalham entre si para colocarem um representante junto ao pequeno conselho do ministro.