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Rebrønheim, o Reino Renascido

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História e Sociedade

Outrora, Phoenitia foi um reino poderoso e mítico a oeste das Midlands. Inicie com um pequeno resumo (um a três parágrafos) sobre a região, descreva onde ela se localiza, como é composta geografica- e demograficamente.

Os habitantes do reino foram praticamente exterminados por uma praga mágica durante a Era das Trevas. Seus descendentes agora usam mortos-vivos para tentar trazer sua grande civilização de volta a vida. O reino não tem uma força militar viva, é uma sociedade civil e que quando precisa, ergue um exército de mortos para se defender. Os mortos, em sua maioria permanecem mortos.

No reino existe o dia dos mortos, onde as pessoas dão um trato nos mortos, deixando-os em bom estado para um descanso decente, e para uma possível convocação. O povo tem um tratamento respeitoso em relação à morte (e vida).

Após o Fim da Idade das Trevas

Rebrønheim vive a sombra de sua outrora poderosa civilização; eles são os herdeiros do império de Phoenitia, alicerçado em magia. Mas suas maravilhas tornaram-se ruínas durante os cinco milênios de Trevas, e maior parte de seu conhecimento se foi junto. Em todo o império, apenas uns poucos sobreviveram, mantendo viva a esperança de reconstrução.

Após o fim da Idade das Trevas, o povo nativo se deparou aos recém chegados do lado oposto da Espinha do Mundo. Muitos tentaram manter a linhagem pura a árduo esforço, mas em virtude do escasso número e frequentes ameaças, tiveram que miscigenar-se.

Os habitantes fazem parte de uma cultura de castas, nas quais feiticeiros/magos compõe o ápice da estrutura. Para eles, dever e justiça são o que torna sua civilização forte, alimentada por uma profunda devoção a evolução, . Impulsionados por evoluir o conhecimento e a entendimento do passado, utilizam a necromancia como ferramenta para contato com seus antepassados. Através da magia, os ancestrais podem voltar ao convívio de seus descendentes, servindo à comunidade mesmo depois de terem deixado a vida, oferecendo seu esforços para trabalho manual e proteção, liberando os vivos para se concentrarem nas tarefas mais elevadas da mente.

O Sistema de Castas

  1. Imortais: O reino é comandado por um imortal herói de outrora, alicerçado por um grupo de oito imediatos.
  2. Eruditos: os nobres magos/feiticeiros
  3. Os Ancestrais: mortos-vivos
  4. Burguesia: artesãos, mercadores, donos de terras, e afins
  5. Proscritos / Gentios: o povo simples, trabalhador sem muitos direitos
  6. Estrangeiros

Ascenção da Nova Ordem

Rebrønheim ainda estava se recompondo, o povo ainda não estava unificado, mas uma ameaça surge.

A Idade das Trevas foi responsável por várias anomalias, e uma dessas era o exército sem bandeira, um grupo de mercenários que juntaram um grande grupo de pessoas dispostas à todo tipo de atrocidades para sobreviver e atropelar seus inimigos. Especialistas em saque e destruição, sua próxima meta era tomar Rebrønheim para si. Aproveitando a fragilidade do reino, os invasores tentaram enfraquecê-lo de várias maneiras, queimando suas plantações, impedindo o contato com os reinos vizinhos, no fim toda a parte leal ao reino estava sitiada na capital, e as esperanças estavam se esgotando.

Leto, que fazia parte da casta superior, assim como todos, perdeu vários amigos até aquele momento, e perderia mais ainda. Ele estava estudando algo mais elevado, mais perigoso, mas que poderia salvar o reino. Faltava somente um detalhe para que ele conseguisse finalizar uma magia capaz de virar o jogo, Leto estava procurando em um labirinto abaixo da cidade, uma área muito antiga que foi soterrada, contava com uns poucos ajudantes, mas estava seguro de que conseguiria atingir o seu objetivo. Apesar disso, ele encontrou o que procurava no último momento, o local onde poderia executar o ritual. Era o salão das almas, descrito em documentos muito antigos e tido como perdido para sempre. Lá fazendo uso de componentes bastante raros ele faz o ritual que o mata instantaneamente. Após o que pareceu uma eternidade para Leto, ele é invadido por uma grande quantidade de sabedoria antiga e vê uma luz que fala com ele de todas as coisas, por fim a luz parece se incorporar a ele e ele acorda. Seus companheiros estão caídos desacordados, e ele sente uma grande quantidade de poder sendo canalizada a partir da sala. Ele sabe o que tem que fazer, entoa cânticos que ele desconhecia até então e consegue sentir toda a cidade, toda a vida acima dele, e também os mortos. Ele então faz com que cada morto, seja recente ou de muito tempo, acorde e execute a vingança de Rebrønheim.

Quando os incursores estavam prestes a escalar as muralhas da cidade um faixo de luz aparece no meio da cidade, subindo em direção aos céus, e, antes que se dessem conta, uma horda de mortos vivos os ataca sem misericórdia. Restaram poucos sobreviventes do exército sem bandeira.

O Conclave dos Imortais

“Os oito” como são conhecidos, são seres de poucas palavras, ninguém sabe quem eles são exatamente, com exceção do rei. Eles foram aliados do rei na última grande batalha, e, quando tudo estava acabado, o rei reviveu oito de seus companheiros caídos, mas estes tiveram que jurar deixar sua vida antiga para trás e servir somente ao rei e ao reino. Assim como o próprio rei, o estado atual deles também causou transformações nos seus seres. Suas famílias não sabem que eles estão vivos, e seguiram suas vidas adiante.

Os oito não são de falar muito também, as castas superiores têm mais possibilidades de tratar com eles. Eles não costumam interferir diretamente com muita coisa, mas se houver a necessidade, eles podem resolver qualquer problema.

É um reino auto suficiente, que produz o que consome, e armazena o que vai precisar durante o inverno. Suas fronteiras são protegidas por montanhas e florestas, e são bem vigiados com o auxílio de magia e também presencialmente. O conclave normalmente está ciente da “biodiversidade” de encrenqueiros e foras-da lei que transitam pelas fronteiras do reino. Quando identificadas ameaças reais, estas são desencorajadas, por meio de acontecimentos estranhos que assolam os incursores.

À vista dos outros reinos, Rebrønheim não oferece ameaças, parece pacífico e até simplório, o governo parece estável e consegue lidar bem com as ameaças. Sua economia parece auto contida, com algum comércio mais pontual de algumas mercadorias.

Poucos são conhecedores das verdadeiras riquezas do reino, e muito do que se sabe podem ser somente lendas, diz-se que algumas das cidades mais ricas de antigamente foram engolidas pela terra e escondem tesouros valiosíssimos. O conclave conta com uma grande fonte de magia, mas isso não é muito visível.