Também denominada Terras do Leão Dourado, Órlionland está localizada na face ocidental das Midlands. O reino é considerado por muitos o coração da Aliança dos Doze, onde as decisões políticas se transformam em ações.
As terras do reino são compostas basicamente de planícies e colinas, com planaltos surgindo ao leste, na direção da Griffheim. Apesar de o solo ser árido, existem muitos rios e lagos naturais que fazem com que a terra seja geralmente verdejante. O clima é temperado, e as estações são bem definidas. A flora é composta por vegetação rasteira, savanas, e bosques de árvores baixas e frutíferas. A fauna é bastante diversificada, constituindo-se de ruminantes, de predarores carnívoros, pássaros de várias espécies, e os répteis e anfíbios mais comuns.
A população é dividida entre nativos e colonizadores, vindos há muito tempo da face oriental. Atualmente esta diferença é apenas teórica, pois os dois povos mesclaram-se e miscenaragem-se. Algumas famílias colonizadoras ainda mantém seu sangue-puro, mas boa parte delas arranjou casamentos com os nativos para assegurar o direito ao território, como é o caso família do regente.
Há presença de halflings (poucos), anões e gnomos dos planaltos a leste, elfos do norte e praticamente ausência de gigantes, ao menos até onde é reportado. Gnolls e goblinóides são comuns, bem como mantícoras, alguns grifos e até mesmo histórias sobre quimeras.
O reino mantém-se através de sua agricultura e pecuária, embora tenha desenvolvido uma aptidão para o comércio e tributações, dada sua posição estratégia em relação aos outros integrantes da aliança e os reinos sulistas. Ouro e gemas preciosas são por vezes prospectados junto a riachos, além de carvão mineral e ferro próximas aos planaltos ocidentais. Sendo bem-desenvolvido comercialmente, possui abundância de mercadorias e os preços raramente atingem valores opressivos.
Os títulos e ingresso em ordens de cavalaria são normalmente reservadas a famílias nobres. Fora isto, existem as quatro organizações de “Leões Reais”, que compreendem o exército formal do reino: os leões de cobre correspondem as forças de mílicia real no campo, e os leões de bronze nos centros urbanos, os leões de prata são normalmente juramentados a proteção de casas nobres, e os leões dourados compreendem a guarda real. Trajam-se de acordo, portando insígnias de leões rompantes nas cores adequadas.
Outras organizações incluem: O Clube das Lâminas, onde mercenários e milicianos competem em torneios de espadas; Os Arcanos da Ordem da Fênix, que está presente em vários reinos; um monastério dedicado a meditação, mantido pela ordem dos “Incinerados”, e também um forte religioso da “Ordem da Lança de São Mikael”, sacerdotes hospitalários. Além desta, o Bosque Vermelho atua na região, protegendo os camponeses dos excessos dos governantes.
Escolas de arte, e guildas de armeiros e artesãos são comuns, bem como algumas poucas organizações criminosas e círculos de arcanos, especialmente de feiticeiros. Um monastério dos dragões do crepúsculo - monges orientais - foi erguido nas dependências do reino, segundo aprovação do imperador.
Capital e principal cidade do Reino do Leão Dourado, possui hoje mais de 40 mil habitantes. Fundada a cerca de meio século por colonizadores do oeste civilizado após seu grande herói, Haidar derrotar o leão celestial que habitava o vale onde hoje a cidade se encontra. Haidar constuiu uma fortaleza e a volta a cidade foi erguida, crescendo pouco a pouco, enquanto consolidava relações amistosas com os reinos vizinhos. Foi sitiada duas vezes durante ataques bárbaros porém resistiu rapidamente ao cerco. Hoje constitui a maior força do reino em termos de comércio e cultura.
Cidade de mais de 3 mil habitantes, construída em parte sobre o rio Monroe, na região em que este encontra-se pantanoso, ao sul de Haidarton. Fundada por lenhadores que buscaram abrigo junto aos sacerdotes da Ordem do Pórtico que há cerca de um século contruíram um templo sobre o rio. Tornouse rota de comércio durante a edificação de Haidarton, com a chegada de comitivas vindas dos reinos do sul.
Uma pequena cidade, com quase 1,5 mil habitantes, mas bem desenvolvida na fronteira leste do reino, sobre uma pequena montanha, próximo a nascente do rio Nathanney, que atravessa ruidosamente o vilarejo. A região começou a ser colonizada quando o jovem explorador e cartógrafo Nathan Ross descobriu a presença da fonte em meio as montanhas e canions desérticos da região. Nathan´s Spring é conhecida pelos artesãos de trato fino e por geográfos de visão apurada.