Após os conflitos e o banimento dos Svárælf para o subterrâneo, os Vanir e outros seres feéricos de Alfheim estabeleceram a Corte Seelie para tratar de assuntos como os quais geraram os conflitos que resultaram no exilio dos revoltos. Os Elfos das Trevas - como também são chamados aqueles que sofreram o exilio - fundaram então a Corte Unseelie, com o objetivo de ironizar e atrapalhar os planos da sua corte oposta.
Após centenas de anos, a Corte Unseelie já não é uma corte tradicional, com seus cortesãos conhecidos e influentes na sociedade. A não ser por sua rainha (conhecida como a Rainha do Ar e da Noite), nem mesmo os Svaralf sabem ao certo quem são seus membros, suas pretensões ou mesmo planejam o resultado de seus atos. Todos os unseelie confiam que as decisões tomadas pela Corte terão impactos sobre as suas vidas.
Todos os habitantes das profundezas são observados, medidos e considerados aptos de habitar os domínios da corte por decisão de seus senhores misteriosos. Por isso muitas vezes estes habitantes são convocados, por meios nada convencionais, a levar a vontade da corte ao sucesso. Estes são agraciados com suas bençãos e utilizam de seus poderes conforme a vontade de seus senhores.
Os agraciados são por vezes poderosos feiticeiros ou bruxos que em algum momento realizaram um pacto com o cortesão em questão, utilizando-o como uma fonte de poder perigosa e destrutiva endossada pela Corte Unseelie. O nível alcançado nas pesquisas pelas artes obscuras da corte já alcança níveis jamais ousados pelos arquimagos da superfície. Atualmente este poder é disseminado através de pactos que atingem 3 níveis: